Ela estava apavorada, sua cabeça ainda doía por causa do golpe que haviam lhe desferido há algumas horas, o quarto é escuro, mas mesmo assim da para perceber que é muito limpo, tem um cheiro de produtos químicos inconfundivel que se mesclava com o cheiro de sangue escorrendo do nariz dela, que ja estava a deixando louca por não poder limpar, porque suas mão estavam acorrentadas na cadeira de estofado, muito confortavel para um cativeiro, porém a mordaça dizia o contrário, então lentamente, junto com a consciência e os sentidos, veio a compreensão da situação na qual se encontrava, então surge o pânico dentro do coração e de cada músculo do seu corpo que se contorce violentamente contra a cadeira macia de estofado, tentando inutilmente se livrar das amarras que dizem não aos suplicos de liberdade do corpo, até que cansada dos deboches de seus grilhões a donzela da um descanso ao coração acelerado e ansioso, então, ela resolveu poupar a energia do café da manha que havia comido antes de ser nocauteada, para exigir liberdade ao seu anfitrião, que pelos seus instintos, se ansiava pelo encontro dos seus olhos.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
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