Somos filhos da discórdia sem honra nemuma.
Bastardos ingórios vivendo nas ruas.
Nada é como tinha de ser.
Não há poder.
Desfrute de sua consciencia
Os restos podres de sua alma.
Destrua sua inocência.
Fundindo ferro sangue e alma.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Cold Turkey. To timmy
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Meus amigos
Vocês me entendem.
Caminhao ao meu lado
Da morte ao inferno
Riem comigo
De loucuras incompetentes.
Bebem comigo
Tristeza e decepção.
Vão embora sem mim.
Vocês não me entendem.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Uma conversa interna
-Então me diga, me diga o que fazer quando a esperança abandona totalmente seu coração?-perguntou a si mesmo- Mesmo pensando que seria a ultima coisa que lhe escaparia da vida, junto ao suspiro e ao epitáforo com glória e orgulho, ao lado dela.
-Como você espera que haja esperança? Está se deixando vencer, e a esperança não acompanharia os perdedores inglórios, ela apóia os determinados e perseverantes, são chamados de esperançosos apenas os mais temíveis humanos de vontade inabalável e feitios inigualáveis, e ainda espera que haja um quark de esperança em seu peito mesmo estando com bilhões deles sem perceber?- respondeu.
-Talvez tenha razão, a esperança foi uma ilusão, foi muita presunção pensar que eu a merecia. Mas por favor, me diga agora, qual o sentido da minha vida?
- Meu caro, se mesmo você não consegue pensar em um, talvez já esteja morto.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Netherdrake
Eu sinto o gosto do pensamento fluir para a boca
Misturando com a saliva e saindo mudo através dos dentes
O som do ultimo pensamento sai com mais veneno do que eu esperava.
Tentei engolir a ultima palavra em vão, ela se foi.
Dentre todas as maldições que lhe lancei em branco
A ultima foi verdadeira, eu realmente tinha a intenção.
Percorri o céu com os olhos empapuçados de culpa.
A chuva então despencou sobre o cadáver.
Eu me ajoelho á você, socorrendo o insocorrivel.
Balbucio que estava errado e outras tolices tocantes.
A culpa devora o resto do meu corpo e eu me sinto humano novamente
E molho seu rosto com pedidos de desculpa derramados dos olhos.
A chuva para, o sol dissipa as nuvens de melancolia
O veneno da palavra mortal ainda escorre de sua boca.
Ele vai embora apodrecendo e ela fica na memória conservada.
O veneno da palavra mortal ainda escorre de sua boca: Adeus.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Você sabe que esta é só pra você...
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