Ele não sabia, mas havia um motivo, algo que é observado apenas se olhar atentamente as entrelinhas, um motivo inegável de autenticidade duvidavel.
De o porque ficar acordado até a exaustão, se ocupando de livros ou jogos ou escritas inúteis que nunca serão lidas, até cair de cansaço e acordar esgotado no dia seguinte, simplesmente para não pensar, em tudo que perdeu ou conquistou, de todas as perfeitas hordas de harmonia que escuta distante em sua prisão ilusoria acorrentado com culpa e solidão, arrastadas junto a ele como correntes pesadas demais.
Não da para se livrar tão facilmente do que marca tão profundamente a alma, e é por isso que cada vez que precisa descansar ele tem que estar exausto, que se ele parar para pensar por um instante que seja, o pensamento o traí, levando sua mente para o único lugar onde gostaria, mas não pode estar
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Nono período do sono
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